Aposentadoria por Invalidez em Santa Maria/RS

Benefício por Incapacidade Total

Saiba como solicitar aposentadoria por invalidez. Requisitos, perícia médica e como a Dra. Eduarda Ghisio pode ajudar você a conseguir o benefício.

Você está passando por alguma dessas situações?

1

Sofreu acidente e está incapacitado de trabalhar

2

Teve doença que impede o trabalho de forma permanente

3

Teve o pedido de aposentadoria por invalidez negada

4

Está em auxílio-doença e quer saber se pode converter

5

Teve o benefício cancelado pelo INSS

6

Precisa de assistência em perícia médica

Aposentadoria por incapacidade permanente: o nome atual do benefício

A antiga aposentadoria por invalidez passou a ser chamada de aposentadoria por incapacidade permanente. O nome mudou, mas a natureza do benefício permaneceu: ele é devido ao segurado que, por doença ou acidente, fica incapaz de forma definitiva para o trabalho, sem possibilidade de reabilitação.

O que define a concessão não é o diagnóstico isolado, mas o grau de incapacidade. A análise verifica se aquele segurado, com aquelas limitações e aquela atividade, consegue ou não voltar a trabalhar. Por isso, a mesma doença pode levar a respostas diferentes conforme a profissão exercida.

Em muitos casos o benefício nasce da conversão de um auxílio por incapacidade temporária, quando a perícia entende que a incapacidade deixou de ser passageira.

Quem tem direito: qualidade de segurado e carência

Para receber o benefício é preciso manter a qualidade de segurado, isto é, estar vinculado ao INSS na data em que a incapacidade começou. Quem interrompeu as contribuições há muito tempo pode ter perdido essa condição, embora o período de manutenção se estenda em situações como o desemprego involuntário.

A carência é de 12 contribuições mensais. Essa exigência é dispensada em caso de acidente de qualquer natureza ou causa e nas doenças previstas em lei, conforme o artigo 26, inciso II, da Lei 8.213/91.

Perícia médica, reabilitação profissional e provas

A concessão depende de perícia médica do INSS. Antes de reconhecer a incapacidade permanente, o órgão pode determinar a reabilitação profissional, que prepara o segurado para outra atividade compatível com suas limitações.

Se a reabilitação for possível, o caminho tende a ser a volta ao trabalho em função adaptada, e não a aposentadoria. Se não existir função compatível, a incapacidade permanente costuma ser reconhecida.

A qualidade da prova pesa tanto quanto o diagnóstico. Laudos atualizados, exames de imagem, receitas em uso e o histórico de afastamentos demonstram a limitação de forma concreta.

  • Relatórios médicos que descrevem as limitações funcionais, e não apenas o código da doença.
  • Exames de imagem e resultados de tratamentos já realizados.
  • Comprovantes de afastamentos anteriores e de tentativas de retorno ao trabalho.
  • Documentos pessoais, extrato do CNIS e comprovante de residência atualizado.

Como o INSS calcula a renda mensal

A renda mensal corresponde a 60% da média aritmética de todas as contribuições recolhidas desde julho de 1994, acrescida de 2 pontos percentuais para cada ano que exceder 20 anos de contribuição, no caso dos homens, ou 15 anos, no caso das mulheres.

O resultado deve respeitar o piso de um salário mínimo e o teto do INSS. O tempo de contribuição, portanto, influencia o direito e também o valor final do benefício.

Vínculos que não aparecem no CNIS ou períodos de atividade especial não reconhecidos podem alterar essa média e justificar um pedido de correção antes ou depois da concessão.

Acréscimo de 25% para quem precisa de assistência permanente

Quando o segurado necessita de assistência permanente de outra pessoa, o valor do benefício recebe um acréscimo de 25%, previsto no artigo 45 da Lei 8.213/91. O adicional incide sobre o benefício já concedido e não se confunde com ele.

A necessidade precisa ficar demonstrada nos documentos e na perícia, porque não é presumida. Situações que exigem apoio em atividades básicas do dia a dia, como higiene, alimentação e deslocamento, costumam justificar o pedido.

Revisões, cessação e retorno ao trabalho

O benefício não é definitivo por natureza. Se houver recuperação da capacidade, ele pode ser cessado, e o INSS realiza revisões periódicas ao longo do tempo.

Quem volta a trabalhar também perde o direito ao benefício, porque a incapacidade é o próprio fundamento da concessão. Faltar a uma convocação de perícia pode levar ao corte sem que o segurado perceba, e por isso é importante manter os dados de contato atualizados no INSS.

O INSS negou ou cancelou o benefício: quais são os caminhos

A negativa costuma decorrer de prova insuficiente: laudos incompletos, vínculos ausentes no CNIS ou perícia realizada sem os documentos que evidenciam a limitação. O caminho mais rápido tende a ser o recurso administrativo, apresentado dentro do prazo indicado na carta de decisão.

Se o prazo já passou, ou se a negativa decorre de erro na análise da prova, a ação judicial é a via adequada. Entender o que fazer quando o INSS nega o benefício ajuda a organizar os próximos passos.

Por que contar com um advogado previdenciarista

Reunir provas, acompanhar prazos e conferir o cálculo são tarefas que costumam definir o resultado do pedido. Na primeira conversa é possível organizar laudos, exames e o histórico de contribuições e verificar o que falta para instruir o caso.

A Ghisio Advocacia atende presencialmente em Santa Maria/RS e, por meio do atendimento online, em todo o Brasil.

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Perguntas Frequentes

O que é aposentadoria por invalidez?

É o benefício pago ao segurado que, por doença ou acidente, é considerado incapaz de exercer suas atividades de forma permanente. Desde a Reforma da Previdência, ele passou a ser chamado de aposentadoria por incapacidade permanente.

Preciso ter contribuição mínima para solicitar?

Em regra, são necessárias 12 contribuições mensais. A carência é dispensada em caso de acidente de qualquer natureza ou causa e nas doenças previstas em lei, conforme o artigo 26, inciso II, da Lei 8.213/91. Além disso, é preciso manter a qualidade de segurado.

Como funciona a perícia médica do INSS?

O segurado passa por perícia médica realizada por um médico perito do INSS. O perito avalia a incapacidade e emite parecer sobre a concessão do benefício. Em alguns casos, o INSS pode determinar reabilitação profissional antes de decidir.

Posso ter o benefício cancelado?

Sim. O INSS realiza revisões periódicas e o benefício pode ser cessado se houver recuperação da capacidade. Quem volta a trabalhar também perde o direito, porque a incapacidade é o fundamento da concessão.

O que é a conversão do auxílio por incapacidade temporária em aposentadoria por incapacidade permanente?

Se o segurado recebe o auxílio por incapacidade temporária e a perícia conclui que a incapacidade é definitiva, o benefício é convertido em aposentadoria por incapacidade permanente. É o mesmo benefício, com duração e nome ajustados à nova conclusão médica.

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